
Vamos ser sinceras? A vida corrida, filhos, trabalho, casa, tudo ao mesmo tempo… quem nunca apelou para um pacote de bolacha recheada, um miojo rapidinho ou aquele suco de caixinha que “parece saudável”? Mas o que parece inofensivo no dia a dia pode ter consequências graves no longo prazo. E uma delas tem assustado especialistas no mundo todo: o crescimento dos casos de câncer de intestino.
Um alerta que vem crescendo no Brasil e no mundo
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer colorretal (intestino grosso e reto) já é o terceiro mais comum do mundo. E no Brasil, a situação é ainda mais preocupante: o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima mais de 45 mil novos casos por ano e, o que choca, é que cada vez mais jovens e mulheres estão sendo diagnosticados com a doença.
E o que os especialistas apontam como uma das principais causas? A alimentação baseada em produtos industrializados, ultraprocessados e contaminados com agrotóxicos.
O que a comida tem a ver com isso tudo?
Vamos por partes: alimentos ultraprocessados são aqueles produzidos com ingredientes que você nunca teria na sua cozinha conservantes, corantes, estabilizantes, realçadores de sabor e por aí vai. São produtos como salsichas, refrigerantes, salgadinhos de pacote, bolachas recheadas, molhos prontos, entre tantos outros.
Um estudo publicado em 2023 no British Medical Journal (BMJ), com mais de 200 mil pessoas nos EUA, mostrou que o alto consumo de alimentos ultraprocessados foi associado a um risco até 29% maior de desenvolver câncer colorretal em homens. E não estamos falando de um consumo exagerado: bastava que 20% da alimentação diária viesse desses produtos para o risco aumentar.
E os agrotóxicos? Silenciosos, mas perigosos
Você sabia que o Brasil é um dos países que mais consome agrotóxicos no mundo? Segundo o próprio Ministério da Saúde, cerca de 20% dos alimentos analisados apresentam resíduos acima do permitido ou com substâncias proibidas.
Esses resíduos não são eliminados facilmente com água e sabão. E o que é pior: diversos estudos associam exposição crônica a agrotóxicos com alterações no DNA, inflamações intestinais e desequilíbrio da microbiota intestinal o que, ao longo do tempo, favorece o surgimento de cânceres, como o de intestino.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) também já alertou que áreas agrícolas com maior uso de defensivos registram índices mais altos de doenças crônicas. Coincidência? A ciência diz que não.
Mas tem solução, sim!
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Um estudo francês publicado na JAMA Internal Medicine mostrou que pessoas que consumiam mais alimentos orgânicos tinham 25% menos risco de desenvolver câncer, incluindo o câncer colorretal.
Você não precisa mudar tudo de uma vez. Comece trocando o suco de caixinha por uma fruta de verdade, o biscoito recheado por um bolo caseiro, e quando possível, dê preferência a alimentos orgânicos ou de produtores locais confiáveis. Seu corpo agradece. E o das suas crianças também.
Por que isso importa tanto para mães e mulheres?
Porque somos nós, mulheres, que muitas vezes decidimos o que entra ou não na despensa da casa. Somos nós que ensinamos, pelo exemplo, o que é uma alimentação saudável. E somos nós que mais sofremos quando a doença chega, seja em nós, em um filho, um companheiro ou alguém próximo.
A mudança de hábito não é só por estética ou moda — é por vida. É por amor. É por cuidado. E você não está sozinha nessa.
Vamos virar essa página juntas?
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Comente aqui embaixo: o que você já mudou na alimentação da sua casa?
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